Sete em cada dez casos de gripe sequenciados pela vigilância genômica da Influenza são H3N2, conhecido como Gripe K, segundo boletim informativo do Ministério da Saúde. A pasta, no entanto, reforça que o novo subtipo do vírus da influenza pode ser combatido pela vacina que está disponível nas unidades básicas de saúde.
Os primeiros casos do novo subtipo foram identificados no Brasil no último trimestre de 2025, mas, segundo o ministério, o processo é “esperado”, “dada a dinâmica de mutações virais”. “Por isso, as vacinas da gripe sazonal são atualizadas anualmente”, explicou.
O Ministério reforçou ao R7 Planalto que “as vacinas ofertadas pelo SUS protegem contra essa e outras cepas em circulação”.
“A Campanha Nacional de Vacinação segue até 30 de maio nas regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sul e Sudeste. O objetivo é antecipar a proteção antes do inverno, período de maior circulação do vírus. Até o momento, mais de 10 milhões de doses foram aplicadas, sendo 7,4 milhões em públicos prioritários (crianças, gestantes e idosos)”, diz nota.
Os sintomas da gripe K são parecidos com os das demais cepas da Influenza, como febre alta, dores musculares intensas, dor de garganta, tosse seca, dor de cabeça e fadiga.

